Registra, calcula e guarda
- Calcula o km/L de cada viagem a partir dos seus dados
- Mantém o histórico por caminhão e por período
- Aponta viagem cujo consumo é impossível
- Joga o diesel dentro do custo por km do veículo
Abastecimentos
O combustível leva boa parte do frete embora, e quase sempre é controlado numa ficha de papel que o motorista preenche no posto. No FroX o lançamento é pelo celular, na hora de abastecer: litros, valor e foto do cupom. A média km/L de cada caminhão sai sozinha e fica no histórico, dentro do custo da viagem.
O diesel leva a maior fatia do frete, e mesmo assim costuma ser a conta com menos controle. O motivo é prático: o abastecimento acontece longe do escritório, à noite, na estrada, com o motorista apressado. O que sobra é um cupom no porta-luvas e um número anotado numa ficha que chega no fim do mês, quando já não dá para fazer nada.
Sem registro de todo abastecimento, a média do caminhão não existe. E sem média, três coisas ficam invisíveis ao mesmo tempo: problema mecânico começando, rota que consome mais do que parece e diesel que não chegou ao tanque.
Um caminhão que roda 8 mil km por mês e cai de 3,3 para 2,9 km/L passa a consumir cerca de 330 litros a mais por mês. Não é um estrondo, é um vazamento: some devagar, sem ninguém perceber, e só aparece no resultado do trimestre. Por isso o controle de abastecimento não é burocracia — é o jeito mais barato de achar problema mecânico, rota ruim e desvio.
O motorista registra litros, valor e a foto do cupom fiscal pelo celular, na hora de abastecer. Cai no painel do escritório na hora, sem digitação no fim do mês e sem cupom perdido. Dá para registrar também a forma de pagamento — carta frete ou diesel à vista — e o posto onde abasteceu.
Não é a média de catálogo: é a que sai dos seus km rodados e dos seus litros abastecidos, calculada viagem a viagem e guardada no histórico. Para conferir o método na mão, veja como calcular a média do caminhão.
Parece detalhe, mas não é: quem soma o arla junto com o diesel calcula uma média que não existe. O FroX registra os dois e mantém o arla fora do cálculo de km/L, para o número servir de comparação.
Se os quilômetros rodados e os litros abastecidos dão um consumo fora de qualquer padrão possível de caminhão, o sistema aponta aquela viagem. Costuma ser km digitado errado, abastecimento não lançado ou litro que não entrou no tanque — e é melhor descobrir na hora do que no fechamento.
Cada abastecimento entra na conta daquela viagem e no custo por km daquele caminhão. Você descobre quanto do frete o tanque comeu, viagem por viagem.
Quanto cada placa consumiu em litros e em real, no mês ou no intervalo que você escolher. A maior despesa da operação, finalmente medida por veículo em vez de somada num bolo só.
Vale ser exato aqui, porque "monitoramento de combustível" costuma prometer mais do que entrega:
O histórico fica organizado e comparável para você ver a queda — que é exatamente o que uma ficha de papel nunca permitiu. Preferimos escrever isso do que vender um alerta que não existe.
A cada abastecimento lançado com litros e quilometragem, o sistema calcula o km/L daquela viagem e guarda no histórico do caminhão. O arla fica fora do cálculo, para o número não sair distorcido. O método de medição, se quiser conferir na mão, está no artigo sobre a média do caminhão.
Não. Ele calcula, guarda e organiza o histórico para você enxergar a queda, mas não dispara alerta de média caindo nem compara automaticamente com os meses anteriores. O que ele avisa é quando a conta é impossível: km e litros que dariam um consumo fora de qualquer padrão de caminhão.
Não. O motorista abastece onde for melhor e lança pelo app, com litros, valor, forma de pagamento e foto do cupom. O controle é seu, sem depender de rede credenciada.
Não. O cálculo vem do que foi abastecido e do que foi rodado, sem nenhum hardware instalado no caminhão. Não há medição de vazão nem de nível de tanque por sensor.
Sim, em litros e em real, por caminhão e por período. E o valor entra no custo por km daquele veículo, então o diesel deixa de ser uma despesa solta e passa a fazer parte do resultado de cada viagem.
A média daquele trecho sai errada, porque o cálculo depende de todo abastecimento estar registrado. É por isso que o lançamento é pelo celular, no posto, em vez de ser digitado depois: quanto mais perto da bomba, menor a chance de faltar. Quando o buraco é grande a ponto de tornar o consumo impossível, o sistema aponta a viagem.